Terça-feira, 09.09.08

 

 

 

Uma pessoa positiva, crente, que acredita que a vida nos dá o que semeamos, que podemos escolher o que plantamos, mas não o que colhemos. E, ultimamente, por causa de uma série de circunstâncias tenho-me esquecido disto.

Mas as circunstâncias mudam e não são elas que devem influenciar a minha vida. Antes pelo contrário: eu posso influenciar as circunstâncias e revertê-las a meu favor.

 

Eu não gosto de sardinhas, mas quando alguém as assa e eu estou perto fico impregnada do cheiro, como se as tivesse comido. O que quero dizer com isto?!

 

Podemos não «comer» as coisas negativas, mas se estamos junto de quem as «come» ficamos «contaminadas» com o cheiro.

 

 

Ontem depois de ler os comentários que tinha (e que desde já muito agradeço), li um e fiquei sem coragem para os aprovar. Acabei por fazê-lo há instantes. No entanto, levei um bom tempo a pensar nele.

O que tenho feito ultimamente?! Lamuriar-me, queixar-me, semear coisas negativas através das minhas palavras. É isto que tenho feito. Afastei-me da Igreja, comecei a orar (que para mim não é mais do que falar com o Deus em que acredito) cada vez menos e quando dei por mim já estava esquecida de que há um ou o LIVRO maravilhoso que é a Bíblia, que funciona como se fosse o «manual do fabricante».

 

Lembrei-me então desta passagem bíblica:

 

«Tendo o filho crescido, certo dia saiu a

ter com o seu pai, que estava com os segadores.

Disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a

minha cabeça! Disse o pai dele a um moço:

Leva-o a sua mãe.

Subiu ela e o deitou sobre a cama do

homem de Deus, então fechou a porta e saiu.

Chamou a seu marido e disse: Manda-me

um dos moços, e uma das jumentas, para

que eu corra ao homem de Deus, e volte.

Perguntou ele: Por que vais hoje?

Não é lua nova nem sábado. Disse ela: Tudo

vai bem.»

(II Reis 4: 18- 23) 

 

Perante este «Tudo vai bem», pude aperceber-me de quão importante são as nossas palavras. Esta mulher sabia que o filho estava mal, mas não ousou em dizê-lo. Porquê? Porque acreditava no poder de Deus para a sua vida e para a vida do seu filho, porque queria «colher» o que semeara e ninguém colhe rosas se semear malmequeres.

 

 

 

(Só um obrigada a todos os que não desistem de mim).

 

 



publicado por Estupefacta às 09:52 | link do post | comentar | ver comentários (12)

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